Turismo consciente leva em conta os impactos da atividade

Respeito aos direitos humanos e valorização da cultura e mão-de-obra locais estão entre os princípios éticos

Guia do Turista Reponsável

1- Seja aberto a culturas diferentes, vivenciando e respeitando as tradições e práticas sociais locais.

2. Respeite os direitos humanos. Qualquer forma de exploração vai contra os princípios básicos do turismo.

3. Ajude a conservar o meio ambiente. proteja a flora e a fauna e não compre produtos feitos a partir de plantas e animais selvagens.

4. Respeito o patrimônio artístico, arqueológico e cultural do local que visita.

5. Contribua para o desenvolvimento local, comprando o artesanato e outros produtos locais.

6. Antes de viajar, informe-se sobre as condições sanitárias, atendimento a turistas e a emergências do seu destino.

7. Dedique-se a saber o máximo possível sobre os costumes, normas e tradições, e evite comportamentos que possam ofender as populações do destino.

8. Informe-se sobre a legislação local para não cometer atos ilegais. Não trafique drogas, armas, antiguidades ou espécies protegidas.

fonte: Organização Mundial de Turismo

As férias de julho estão chegando e muita gente já faz planos para viajar pelo Brasil e pelo mundo. Além de conhecer novos lugares, apreciar belas paisagens e se divertir, o turismo responsável, ou consciente, respeita a cultura local, promove o desenvolvimento econômico e provoca o mínimo impacto ao meio ambiente.

De acordo com a OMT (organização Mundial do Turismo), as viagens e o turismo responsáveis devem ser praticados como um meio de desenvolvimento pessoal e coletivo. Se feitos com a mente aberta, são um fator insubstituível de educação, tolerância mútua e aprendizagem sobre a diversidade entre os povos e culturas.

O cuidado do turista consciente começa no momento da contratação da agência de viagens. É importante privilegiar empresas que seguem alguns princípios básicos nas suas operações, como gerar o mínimo impacto ambiental possível, valorizar a cultura e a mão-de-obra locais e pautar suas atividades pela economia dos recursos naturais. Portanto, é indicado informar-se sobre a conduta ética do prestador de serviço. A OMT elaborou o Código Mundial de Ética do Turismo, um guia de princípios e práticas responsáveis a serem seguidos pelo envolvidos no setor.

Ainda antes de chegar ao destino, é fundamental que o turista se informe sobre os costumes, a legislação e as tradições locais. Estar informado evita gafes e atitudes que podem ser consideradas ofensivas ou até mesmo ilegais.

O melhor modo de conhecer as atrações turísticas é contratar um guia da região, pois além do conhecimento único, você estará gerando renda e promovendo o desenvolvimento da população local. Lembre-se também de valorizar produtos artesanais feitos pelas comunidades e de não comprar plantas e animais selvagens.

O turismo consciente significa também respeito aos patrimônios artístico, arqueológico, ambiental e cultural do local visitado. Isto é, o turista procura compartilhar experiências sem impor seus costumes e não exige privilégios ou práticas que possam causar impactos negativos.

Equilíbrio ecológico

O meio ambiente é fundamental no controle climático e na captura dos gases de efeito estufa – decorrentes principalmente da atividade industrial e da queima de combustíveis fósseis. Por isso, a preservação dos ecossitemas e da biodiversidade é tão importante para as sociedades.

O consumo consciente é o melhor instrumento de que os indivíduos – e por extensão a coletividade – dispõem para conter a ação predatória do homem em relação ao meio ambiente. Usar os recursos naturais de forma responsável, refletir sobre as escolhas de consumo, e se informar sobre a origem dos produtos, são algumas das possibilidades de ação do consumidor consciente.

Por vezes, os moradores dos centros urbanos encontram alguma dificuldade para enxergar a sua relação com a preservação dos ecossistemas. A situação da Amazônia, porém, é um exemplo muito didático. Segundo o Greenpeace, as três principais causas do desmatamento da floresta são decorrentes de demandas do mercado – extração ilegal da madeira, criação de pastagens para gado e monocultura de soja.

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