Reciclados na construção

Objetos que iriam para o lixo servem de matéria-prima para a construção civil, tornando-se produtos valorizados pela arquitetura ecoeficiente

Tubos de creme dental, garrafas plásticas, embalagens longa-vida e chupetas velhas ganharam um novo destino: ao invés de se juntarem ao lixo, servem de matéria-prima para a construção civil, tornando-se produtos valorizados pela arquitetura ecoeficiente.

Os materiais reciclados atendem aos requisitos de desenvolvimento ambientalmente responsável, que equilibra o consumo com a sustentabilidade do planeta.

No dia-a-dia da construção civil, a mudança de hábito começa na primeira lição dos ambientalistas: a prática dos “3R” (reduzir, reutilizar e reciclar).

Cada vez mais comprometidos com questões ambientais, engenheiros e arquitetos passam a ter também o respaldo da indústria na fabricação de produtos ecologicamente corretos.

“A arquitetura tem importante papel na conscientização e na redução do consumo. O ato de projetar deve incorporar parâmetros ambientais. Cidades e edificações sustentáveis precisam funcionar com o mínimo de gastos de materiais e de energia”, disse a designer Baba Vacaro, 38, consultora do Senac-SP para a exposição “Casa Consciente A Moradia do Futuro que Já Começou”, instalada na recém-terminada Casa Cor São Paulo.

Pesquisa promovida pelo Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente mostra que 80% dos brasileiros estão dispostos a pagar mais para empresas que realizam projetos em favor do meio-ambiente. 40% dizem ter adotado o chamado consumo consciente.

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