Personagem Akatuzinho completa um ano, é registrado e ganha família

O personagem simboliza a causa do consumo consciente e para facilitar a aproximação com o público infantil, acaba de completar um ano de vida

Sorriso e braços abertos, o Akatuzinho leva uma mensagem de alegria e consciência por onde passa. Garoto simpático e de boa família, ele não desanima por causa da dura missão que tem pela frente: ajudar seus amiguinhos a serem, como ele, um consumidor consciente.

O personagem Akatuzinho, criado pelo Instituto Akatu para simbolizar a causa do consumo consciente e para facilitar a aproximação com o público infantil, acaba de completar um ano de vida. E ganhou registro, além de um pai zeloso, o sr. Akatu, uma mãe carinhosa, a sra. Akatu, e uma irmãzinha companheira, a Akatuzinha.

A casa da família Akatu é um exemplo perfeito de consumo consciente. O sr. Akatu lava o carro da família com balde d´água, e não com mangueira. Sua esposa aproveita ao máximo os alimentos que entram em casa: uma de suas especialidades é um delicioso bolo de cascas de banana. O Akatuzinho tem um sorriso tão branco graças a uma boa escovação dos dentes após as refeições, de torneira fechada, é claro. Já Akatuzinha é especialista no trato do lixo. Ela separa o lixo reciclável e encaminha para a cooperativa de seu bairro. Ao sair para o passeio de domingo, toda a família Akatu se certifica que as luzes da casa estão apagadas.

O Akatuzinho e sua família já são parte das campanhas educativas do Akatu. A primeira aparição do personagem foi no Trote da Cidadania de 2005, na Unicamp. Desde então, seja em forma de boneco, ou apenas ilustrando publicações e apresentações, o Akatuzinho já simbolizou o consumo consciente em diversos projetos de parceiros do instituto, como “Pão de Açucar Kids”, “Itaú Voluntários”, “Projeto Mais”, do Colégio Maristas, “Consumo Consciente do Dinheiro e do Crédito”, do Grupo VR, e “Trote Cidadania Integrado 2006”, da Unicamp.

Ganhando corpo
“Nós queríamos um boneco que pudesse interagir com as crianças, representando de forma visual a causa do consumo consciente”, diz Ricardo Oliani, da área de projetos de mobilização do Akatu.

Dois desenhistas começaram a traçar esboços do personagem. Nelson Bertolotti criou um Akatuzinho muito apropriado para o trabalho de educação junto à criançada. Já Eurico Sakamoto deu vida à família Akatu – afinal de contas o Akatuzinho precisava de uma base familiar para se desenvolver com segurança.

Os bonecos, feitos de papel maché, são produzidos artesanalmente e em diversos tamanhos pela empresa “Fora da Ordem”. Um deles, de 1,20 metro, é o primeiro a receber quem visita a sede do Akatu, no Conjunto Nacional, em São Paulo.

Vida longa ao Akatuzinho!

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