Para onde vamos

Os cientistas dizem que não há como parar o aquecimento global; O ritmo de expansão, porém, pode ser reduzido

Comentário Akatu: As previsões para o futuro do planeta nos próximos 50 ou 100 anos são pessimistas, mas há como contê-las. A prática cotidiana do consumo consciente é o caminho para a redução desses problemas.

Ninguém é capaz de dizer exatamente como será o planeta dentro de 50 ou 100 anos. Mas centenas de pesquisas permitem afirmar com segurança que o futuro será mais quente. Todas elas, das mais otimistas às mais pessimistas, indicam que a vida sobre a Terra terá de se adaptar a novas condições. É provável que dentro de um século alguns pontos do planeta estejam 6 graus mais quentes do que hoje. O nível do mar pode subir até 80 centímetros. Essas mudanças serão sentidas por centenas de milhões de pessoas. Segundo uma das previsões, Bangladesh, pequena nação asiática com 140 milhões de habitantes, perderá 16% de seu território para o mar. Isso obrigaria 20 milhões de pessoas a se transferir para terras mais altas. Problemas semelhantes podem se verificar um pouco em toda parte, de Nova York ao Recife.

Veja outras previsões: 

• A Organização Mundial de Saúde estima que em duas décadas o saldo de mortes provocadas pelo efeito estufa deverá ser de mais de 300 mil por ano.

• Segundo estudo do Conselho Ártico – entidade que reúne os países vizinhos do Pólo Norte, como Noruega, Canadá e Rússia –, até o fim do século o Círculo Polar Ártico ficará sem gelo durante o verão e o princípio do outono.

• A Universidade de Leeds, na Inglaterra, estima que 1 milhão de espécies são vulneráveis ao aquecimento e que 15% a 35% poderão estar extintas em 2050.

• Pesquisa do cientista israelense Roni Avissar, da universidade americana Duke, relacionou o desmatamento na Amazônia à redução das chuvas no Meio Oeste dos Estados Unidos, onde se concentra o grosso da produção agrícola americana.

• No Brasil, cientistas do Inpe e da Universidade de São Paulo preveem que em cinquenta anos o clima no país será desfavorável ao plantio de café em São Paulo e de algodão no Centro-Oeste.

Leia mais no site da Revista Veja.

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