Mãe quase perde a guarda de filho que pesava 89 quilos

Garoto de 8 anos, que estava muito acima do peso, tinha uma dieta totalmente inadequada

Recentemente, as autoridades britânicas se envolveram em uma polêmica por conta de uma criança que se alimentava de forma inadequada. O menino Connor McCreaddie, de oito anos, pesava 89 quilos e assistentes sociais ameaçaram tirar a criança de sua mãe, que se recusava a abandonar o hábito de alimentá-lo com comidas que causavam seu aumento de peso. Ao final da disputa, a família obteve a guarda da criança, mas firmou um acordo em que terá que zelar pela sua saúde.

A dieta básica do garoto era à base de salsichas, hambúrgueres e quatro porções de batatas-fritas diárias. Além disso, de vinte em vinte minutos, ele devorava biscoitos ou outros lanches. A mãe disse à imprensa internacional que a criança não gostava de comer alimentos mais saudáveis como frutas e verduras e que, assim, tinha que alimentá-lo da forma como ele preferia, para não deixá-lo passando fome.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) existem 1,6 bilhões de pessoas acima do peso no mundo (25% da população mundial), sendo que, desses, 400 milhões são considerados obesos, o que equivale a 6% da população mundial. Em geral, a obesidade é causada por maus hábitos alimentares associados a uma vida sedentária. Para manter a saúde é necessário combater esses dois males.

O excesso de peso pode levar ao aumento dos níveis de gordura no sangue, à hipertensão, a problemas ortopédicos, musculares e dermatológicos, diabete e doenças cardiovasculares. Segundo estudo realizado pelo Ministério da Saúde e divulgado no final de 2005 no “Guia alimentar para a população brasileira”, 260 mil mortes por ano poderiam ser evitadas no Brasil se a população tivesse hábitos alimentares mais saudáveis.

Para se prevenir contra a obesidade, é necessário adquirir hábitos como uma alimentação mais saudável, contendo frutas, legumes e verduras, além da prática regular de exercícios físicos.
Essas são as principais recomendações médicas. Por isso, é importante que o consumidor reflita sobre suas escolhas de consumo, buscando um equilíbrio nutricional saudável. E, também, que transmita esse conceito ao maior número de pessoas possível, especialmente as crianças.

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