Madeira utilizada em obras públicas em SP deve ter procedência legal

Por decreto, cidade de São Paulo se compromete a não usar madeira explorada ilegalmente nas obras e serviços públicos

Comentário Akatu: A obrigação de proteger o meio ambiente não é prerrogativa apenas do poder público, mas de todos os habitantes do planeta. As prefeituras que se comprometeram a não usar madeira sem procedência legal estão fazendo sua parte; os cidadãos, em suas construções particulares, também devem zelar para que não se colabore com o desmatamento ilegal de nossas florestas.

No Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o prefeito José Serra assinaram decreto, durante solenidade no Parque Ecológico do Tietê, que proíbe o uso de madeira nativa sem procedência legal para obras e serviços públicos.

O objetivo é diminuir o desmatamento ilegal da Amazônia, já que a madeira utilizada deverá ter a Autorização de Transporte de Produtos Florestais (ATPF) emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ou pelo órgão estadual competente.

Além do decreto, a prefeitura firmou termo de compromisso com a organização não-governamental Greenpeace, garantindo que o município não vai utilizar madeira de origem ilegal e de desmatamentos criminosos. Com o documento, a cidade de São Paulo passa a fazer parte do programa Cidade Amiga da Amazônia.  No Estado, outras cidades aderiram ao programa desenvolvido pelo Greenpeace, entre elas Barueri, Guarulhos, Piracicaba, Campinas, São José dos Campos, Sorocaba e Ubatuba.  De acordo com o Greenpeace, uma de cada cinco árvores cortadas na Amazônia segue para o estado de São Paulo.

Em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, a Secretaria do Verde, em parceria com a Subprefeitura da Penha, na zona leste, fez o plantio de 500 mudas de espécies nativas no Parque Tiquatira.

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