Internautas reclamam das calçadas no Dia Mundial sem Carro

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“As calçadas aqui em Araçatuba, interior de São Paulo, são geralmente largas, porém irregulares, difícil para os cadeirantes e os carrinhos de bebê.”
Gisele Viana, pelo twitter.

“Moro na Parada Inglesa, em São Paulo, ou seja, há vários tipos de calçadas, mas a minha rua em particular é cheia de cocô de cachorro. Além do que, as calçadas são desniveladas, mas não destruídas. Eu também tenho vizinhos que param o carro na calçada à noite, obrigando os moradores a andar pelo asfalto. As maiores dificuldades de circulação são causadas pelos moradores.”
Renata Bittencourt, pelo twitter.

“Aqui, no Rio de Janeiro, as calçadas são horríveis, todas esburacadas. O prefeito lançou um programa ‘Asfalto Liso’, que propõe a recuperação do asfalto de quase toda a cidade, agora ele está pensando em lançar o ‘Calçada Lisa’, espero que realmente este projeto saia do papel.”
Vânia Lucia Moreira Campos, pelo facebook.

“Nossa, as calçadas do centro de Guaíba (RS) são uma vergonha, têm muitos buracos e, em certos lugares, nem existem calçadas. Desníveis muito acentuados, buracos que dão acesso à rede de esgoto, fora a praça central cheia de pedras e, quando chove, muita lama… Uma pessoa cadeirante não passa pelo meio da praça, e isso porque Guaíba é uma cidade ligada a Porto Alegre e tem mais ou menos 100 mil habitantes.”
Karin Tavares, pelo facebook.

“Aqui na serra gaúcha, em Nova Petrópolis (RS), cidade que ostenta o título de ‘Jardim da Serra Gaúcha’, também está muito ruim a situação das calçadas… esburacadas… trechos em que precisamos andar pelo meio da rua…outros que nem existem calçadas, onde os pedestres precisam se arriscar no trânsito competindo espaço com os carros… Uma vergonha!!!!”
Suzana Führo, pelo facebook.

“Sou moradora de Porto de Sauipe, no litoral norte da Bahia. Onde eu moro, as calçadas têm no máximo 1,5 m e só em alguns lugares da cidade. Muitas vezes a calçada é utilizada como estacionamento de lojas e restaurantes e os pedestres têm de passar pela rua, que também é estreita.”
Mari Duarte, pelo facebook.

“Morava em Anápolis (GO) e lá no geral é bem ruim… As pessoas andam nas ruas, enfrentando os carros porque na calçada, na maioria das vezes, a coisa tá complicada. Reconheço o trabalho do atual prefeito que tem investido em parques, áreas de lazer e práticas de esporte, mas as calçadas estão realmente esquecidas… Recentemente, eu retornei para Brasília, minha terra natal. Aqui no meu bairro as calçadas estão ótimas, convidativas para caminhadas e corridinhas, mas moro no plano piloto… Sei que fora daqui a realidade é diferente…”
Silvana Kronemberger, pelo facebook.

“Sou da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Nossas calçadas, em grande parte, são feitas de pedras portuguesas. Visualmente é agradável. Porém, por falta de manutenção elas estão sempre quebradas, com muitos buracos e depressões que causam os mais diversos tipos de acidentes”.
Janaina Ayres, pelo facebook.

“Em São Paulo (SP), apesar da campanha para ensinar os motoristas a respeitar a faixa do pedestre, eles arrancam quando acende o vermelho, mesmo quando alguém está terminando a travessia. Moro na avenida Santo Amaro e já vi muitos atropelamentos devido a essa intolerância com o pedestre.”
Ana Paula Fonseca, por e-mail.

“O município de Januária (MG) tem 65 mil habitantes. A cidade não tem nem uma faixa de pedestres em qualquer de seus cruzamentos. Não é exagero não. Repito: nem uma faixa de pedestre. Além disso, lixeiras são instaladas sobre os passeios públicos, obrigando pedestres a desviar pela rua. Não há, em toda a cidade, um rebaixamento para permitir o acesso dos cadeirantes.”
Fábio Oliva, por e-mail.

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