Instituto Akatu participa de estudo sobre Economia Colaborativa

Relatório debate os fatores de sucesso e as condições necessárias para tornar as iniciativas de Sharing Economy duradouras

O Collaborating Centre on Sustainable Consumption and Production – CSCP (Centro de Colaboração para o Consumo e Produção Sustentáveis), em parceria com o Instituto Akatu e com a Columbia Business Schooll, publicou hoje (13/8) o relatório “Listening to Sharing Economy Initiatives” (Ouvindo iniciativas de Economia Colaborativa). O estudo também contou com o apoio da rede global OuiShare e da plataforma Shareable, que reúne notícias e informações sobre o tema.

A pesquisa global foi realizada no âmbito do Global Agenda Council on Sustainable Consumption (Conselho da Agenda Global em Consumo Sustentável) do Fórum Econômico Mundial (World Economic Forum). Foram ouvidas startups, projetos e iniciativas de Economia Colaborativa para estudar os fatores favoráveis e os limitadores com relação a modelos empresariais, tecnologias, cultura e comportamento do consumidor. Além disso, foram identificados os tipos de parcerias e as condições jurídicas e políticas que favorecem ou criam barreiras para que os modelos de negócio de uma Economia Colaborativa cresçam fortalecendo seus impactos positivos na sustentabilidade.

Para o estudo, também foram feitas entrevista com seis especialistas em Economia Colaborativa como Albert Cañigueral, criador do site ConsumoColaborativo.com, e Rachel Botsman, autora do livro “What’s Mine Is Yours: The Rise of Collaborative Consumption”, para a análise dos resultados e percepções sobre o cenário atual.

Uma das principais conclusões é que as iniciativas de Economia Colaborativa oferecem valor além dos aspectos econômicos para os consumidores. Um dos valores importantes nesse contexto é a interação social e a confiança. Impactos no meio ambiente e na sociedade também são levados em consideração e podem refletir nos valores compartilhados entre os usuários da iniciativa.

Os negócios da Economia Colaborativa são focados, principalmente, no público da Geração Y (também chamados de “millennials”), nascidos nos anos 80 a início dos 2000, moradores de áreas urbanas que usam tecnologia confortavelmente, .

Permitir que os usuários do serviço interajam online e oferecer sistemas de reputação são essenciais para que as pessoas confiem nessas iniciativas da Economia Colaborativa. Apesar de haver conexão entre redes sociais e sistemas de reputação de terceiros, a maioria das iniciativas busca ter seu próprio sistema para acompanhá-la. Isso proporciona transparência ao processo, um componente valorizado pelos consumidores.

Um dos maiores desafios dessas iniciativas de Economia Colaborativa, segundo o relatório, é obter massa crítica. Para isso, é essencial superar os hábitos e comportamentos tradicionais do consumidor.

Faça aqui o download do relatório “Listening to Sharing Economy Initiatives” (em inglês)

Download da versão em português do relatório: Escutando Iniciativas de Economia Compartilhada

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