Instituto Akatu faz palestra sobre o novo consumo

Evento promovido pelas revistas Veja e Exame promoveu a reflexão sobre comportamento na era digital, revolução da ética e o novo consumo

Foto: Helio Mattar, no evento da Editora Abril – Crédito: Divulgação/AntonioMilena

 

Em 17 de janeiro, as revistas Veja e Exame, da Editora Abril, promoveram o evento A Revolução do Novo, com palestras de reflexão sobre as tendências e as transformações atuais que afetam a vida dos países, das empresas e da sociedade. Realizado no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, o evento teve como público CEOs e empresários convidados.

Três temas centrais nortearam os debates do dia: comportamento na era digital, a revolução da ética e o novo consumo. Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu, foi um dos palestrantes e falou sobre o perfil do consumidor atual, assim como Julio Zaguini, diretor para desenvolvimento de negócios do Google, e Marcos de Quinto, CMO da Coca-Cola. Também palestraram o historiador Leandro Karnal, doutor em História Social pela USP e professor da Unicamp, o diretor de parcerias para América latina do Facebook, Luis Olivalves, o economista e filósofo Eduardo Giannetti e o consultor Andreas Pohlmann, especialista em ética empresarial.

Em sua apresentação, Helio falou que o consumidor brasileiro mudou e que agora ele espera que as empresas protejam a sociedade e o meio ambiente. “No Brasil, 82% dos consumidores se atentam a empresas que se importam com o meio ambiente e com a sociedade. No mundo, esse número está em 64%”, afirma.

Apesar disso, ao contrário da tendência mundial, as empresas brasileiras ainda estão distantes desta realidade e não têm o costume de investir em inovação para diminuir impactos negativos na produção e aumentar os impactos positivos. Para o executivo do Instituto Akatu, o empoderamento das mulheres no mercado de trabalho é um fator que teria grande influência para que as empresas brasileiras prestem atenção ao sustentável. “Mas é uma mudança das mulheres não com aquele comportamento mais masculino do passado nas empresas, mas um olhar feminino, que vai olhando para os negócios e atuando de forma diferente”, diz.

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