Greenpeace quer novo Harry Potter publicado em papel reciclado

ONG ambientalista faz campanha para que o novo livro da famosa série recordista de vendas seja impresso em papel reaproveitado em diversos países do mundo

Comentário Akatu: Muitas árvores podem ser poupadas se o consumidor deixar claro, por meio de suas escolhas de consumo, que prefere o papel reciclado. As empresas que investirem no reaproveitamento de papel estarão dando um exemplo de responsabilidade social.

A organização ecologista Greenpeace pediu que as editoras de todo o mundo usem papel reciclado para publicar “Harry Potter e o Príncipe Mestiço”, o novo livro do personagem criado pela escritora britânica Joanne Rowling.

A versão inglesa do sexto livro da saga de Harry Potter foi lançada no sábado passado e deve voltar a bater um recorde mundial de vendas.

O Greenpeace disse estar feliz pela decisão da editora canadense Raincoast Books, que publicará o livro em papel 100% reciclado, como fez em 2003 com “Harry Potter e a Ordem da Fênix”. A iniciativa canadense está sendo imitada por outras editoras, como a alemã Carlsen e a britânica Bloomsbury.

Como exemplo dos danos ecológicos que poderiam ser evitados, a organização afirmou que se a editora americana Scholastic tivesse publicado o livro em papel reciclado, 217.475 árvores teriam sido salvas.

Por isso, o Greenpeace pede que a editora espanhola Salamandra e a holandesa Buhrmann (que ainda não decidiram em que tipo de papel publicarão o livro) copiem o exemplo das editoras canadense e alemã.

A italiana Salani e as israelenses Attic e Yediot Ahronot estão dispostas a usar papel reciclado em suas edições de “Harry Potter e o Príncipe Mestiço”, que será lançado nesses países em meados do segundo semestre deste ano.

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