Gisele Bündchen desafia marcas e personalidades a acabarem com poluição plástica

Na Semana do Meio Ambiente, Gisele publica vídeo convidando personalidades a reduzir o uso de plástico único

 

Gisele Bundchen em vídeo de divulgação da ONU Ambiente – Reprodução de tela

 

No dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a modelo e ativista ambiental Gisele Bündchen, que também é embaixadora da ONU Meio Ambiente, desafiou personalidades e marcas em suas redes sociais a entrarem no movimento para acabar com a poluição causada pelo uso de plásticos de uso único.

O desafio #AcabeComAPoluiçãoPlástica (#BeatPlasticPollution, em inglês) faz parte da agenda da ONU Meio Ambiente para sensibilizar pessoas e organizações no combate a essa poluição considerada uma das principais causas atuais de danos ao meio ambiente e à saúde. A ONU estima que metade do plástico consumido no mundo é descartável (e evitável) e pelo menos 13 milhões de toneladas vão parar nos oceanos anualmente, prejudicando 600 espécies marinhas, das quais 15% estão ameaçadas de extinção.

O movimento teve como foco alcançar o maior número de pessoas sensibilizadas pela mensagem. Ativistas e personalidades utilizaram suas páginas nas redes sociais para desafiar outras pessoas a se posicionarem quanto ao uso do plástico descartável.  A campanha também oferecia alternativas encorajando as pessoas a substituírem esses produtos por materiais reutilizáveis.

Entre os desafiados pela modelo, a marca O Boticário foi uma das escolhidas. Em resposta,  André Farber, vice-presidente do Boticário, fez um vídeo na página do Instagram da marca (clique aqui) para mostrar os esforços que O Boticário tem feito para contribuir com a redução do uso de plástico na indústria e nas lojas. André mencionou o projeto de logística reversa, em que as embalagens vazias podem ser destinadas novamente às lojas e o o uso em alguns produtos do plástico feito do petróleo pelo plástico feito de cana-de-açúcar, matéria-prima renovável.

Quando não há cuidado suficiente na gestão dos resíduos sólidos, especialmente no sentido de direcioná-los sempre que possível para a reciclagem, uma parte desses resíduos vai parar nos oceanos, seja porque foram jogados nas ruas, seja porque os sacos de lixo foram descartados em locais inadequados ou porque a cidade não faz uma coleta adequada, entre outras razões. Assim, itens plásticos, por serem geralmente leves, são facilmente carregados pela chuva e pelos rios, chegam até os mares.

Cerca de 8 milhões de toneladas desse material são despejados nos oceanos a cada ano, segundo estudo publicado em 2015 por pesquisadores da Universidade da Georgia – o que equivale a despejar nos mares o conteúdo de um caminhão de lixo por minuto. Isso quer dizer que se deve dar preferência ao uso do plástico onde as suas melhores qualidades são aproveitadas e evitar o seu uso em produtos descartáveis desnecessários, tais como a sacola descartável, que pode ser substituída por uma sacola durável; os canudos, que podem perfeitamente não ser usados; e os talheres plásticos descartáveis que podem ser substituídos pelos tradicionais de metal.

 

 

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