Carro é a pior e mais cara maneira de se deslocar em SP, diz estudo

Recentemente, um estudo realizado em São Paulo levou em conta os gastos totais e constatou que o automóvel é a maneira mais cara de se deslocar pela maior cidade do Brasil.

Comentário Akatu: A cultura da mobilidade individual e o uso excessivo de automóveis pioram a qualidade de vida da população, especialmente nas grandes cidades. E, como destaca a notícia a seguir, dependendo da situação ainda é a opção mais cara para o cidadão, mesmo se comparada ao uso frequente de táxis. Tal prática é uma das principais responsáveis pela poluição do ar e pelo aquecimento global, além de ser fonte de poluição sonora e de desperdício de tempo em congestionamentos. Priorizar alternativas como o transporte público, a bicicleta ou a caminhada possibilita a melhoria da circulação de pessoas na cidade e aumenta a qualidade de vida de todos.

Todo mundo sabe que o carro está longe de ser a melhor opção de transporte nos grandes centros urbanos. Recentemente, um estudo realizado em São Paulo levou em conta os gastos totais e constatou que o automóvel é a maneira mais cara de se deslocar pela maior cidade do Brasil.

Gasolina batendo recordes de preço, estacionamentos lotados, engarrafamentos na hora de voltar para casa: em São Paulo, o carro deixou de ser sinônimo de conforto há tempos. Agora, com o combustível em alta, é melhor não tirar mais o carro da garagem – na capital paulista, sai mais barato andar de táxi do que usar o automóvel próprio.

Quem chegou à conclusão foi Samy Dana, professor da Fundação Getúlio Vargas. Depois de realizar um estudo, o especialista concluiu que só vale a pena ter um carro em São Paulo se ele custar até 30 mil reais e se o proprietário rodar mais de 17 quilômetros por dia, tanto com gasolina, como com álcool.

Para elaborar a pesquisa, foi considerado o preço médio dos combustíveis na capital paulista: para a gasolina, foi adotado o valor de R$ 2,80, e, para o álcool, o preço de R$ 1,94. Além dos gastos para abastecer os veículos, o estudo também levou em conta as despesas com manutenção, estacionamento, seguro, IPVA e licenciamento.

No portal da Folha de S. Paulo, foram publicados os cálculos finais da pesquisa. Por meio de um gráfico, o internauta pode interagir com as informações, fazendo contas para comparar os custos anuais de um carro com um táxi. No entanto, priorizar a bike ou andar a pé na hora de percorrer curtas distâncias são as melhores opções para quem pretende colaborar com o planeta e ainda economizar dinheiro no fim do mês.

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