Brasil economizou energia elétrica em 2006

Mas o desperdício ainda causa prejuízos anuais de R$ 1,193 bilhão

O consumo consciente de energia elétrica levou o Brasil a poupar, em 2006, 2,2 milhões de megawatts. O valor está 5% acima da economia de energia registrada no ano de 2005. Essa é a estimativa da Divisão de Planejamento em Conservação de Energia da Eletrobrás/Procel, uma vez que os números ainda não estão fechados. Apesar dos bons resultados, segundo a Eletrobrás, o desperdício ainda causa prejuízos anuais de R$ 1,193 bilhão.

Por esta razão, o consumidor é afetado de várias formas. De um lado, é penalizado na conta, que fica mais cara. De outro, há necessidade de investimentos públicos adicionais em hidrelétricas que poderiam ser evitados ou cujos recursos poderiam ser usados para beneficiar outras atividades públicas mais prementes (educação, saúde, etc).

O setor residencial brasileiro, por exemplo, consome cerca de 7,5 milhões de megawatts por hora (mw/h), mas poderia consumir 25% menos, segundo pesquisa recente. Ou seja, a cada R$ 4 na conta, R$ 1 é desperdiçado.

Para reduzir o gasto desnecessário de energia elétrica, algumas dicas fáceis de seguir requerem apenas atenção e mudanças pequenas nos hábitos de consumo. Por exemplo, evite dormir com a televisão ligada; use melhor a luz natural do dia; reduza ao mínimo o consumo de energia no horário de pico (18h às 21h); não ligue muitos aparelhos ao mesmo tempo ou na mesma tomada.

Uma das formas de economizar energia recomendada pela Eletrobrás é a aquisição de eletrodomésticos com o selo Procel. O selo é concedido anualmente aos equipamentos elétricos (geladeiras, freezers, lavadoras de roupa, condicionadores de ar e lâmpadas) e informa o nível de eficiência energética desses aparelhos.  De acordo com a Eletrobrás, durante os 22 anos em que o Procel existe, já foi economizada energia elétrica suficiente para abastecer o Rio Grande do Sul por um ano.

O consumo consciente de energia elétrica levou o Brasil a poupar, em 2006, 2,2 milhões de megawatts. O valor está 5% acima da economia de energia registrada no ano de 2005. Essa é a estimativa da Divisão de Planejamento em Conservação de Energia da Eletrobrás/Procel, uma vez que os números ainda não estão fechados. Apesar dos bons resultados, segundo a Eletrobrás, o desperdício ainda causa prejuízos anuais de R$ 1,193 bilhão.

Por esta razão, o consumidor é afetado de várias formas. De um lado, é penalizado na conta, que fica mais cara. De outro, há necessidade de investimentos públicos adicionais em hidrelétricas que poderiam ser evitados ou cujos recursos poderiam ser usados para beneficiar outras atividades públicas mais prementes (educação, saúde, etc).

O setor residencial brasileiro, por exemplo, consome cerca de 7,5 milhões de megawatts por hora (mw/h), mas poderia consumir 25% menos, segundo pesquisa recente. Ou seja, a cada R$ 4 na conta, R$ 1 é desperdiçado.

Para reduzir o gasto desnecessário de energia elétrica, algumas dicas fáceis de seguir requerem apenas atenção e mudanças pequenas nos hábitos de consumo. Por exemplo, evite dormir com a televisão ligada; use melhor a luz natural do dia; reduza ao mínimo o consumo de energia no horário de pico (18h às 21h); não ligue muitos aparelhos ao mesmo tempo ou na mesma tomada.

Uma das formas de economizar energia recomendada pela Eletrobrás é a aquisição de eletrodomésticos com o selo Procel. O selo é concedido anualmente aos equipamentos elétricos (geladeiras, freezers, lavadoras de roupa, condicionadores de ar e lâmpadas) e informa o nível de eficiência energética desses aparelhos.  De acordo com a Eletrobrás, durante os 22 anos em que o Procel existe, já foi economizada energia elétrica suficiente para abastecer o Rio Grande do Sul por um ano.

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