Banco Real financia parque de energia eólica no nordeste do Brasil

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Real (parceiro pioneiro do Instituto Akatu) estão juntos em um projeto que ajudará…

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Banco Real (parceiro pioneiro do Instituto Akatu) estão juntos em um projeto que ajudará na disseminação de uma nova forma de geração de energia para o país. Será construído, no município de Rio do Fogo-RN, um parque de energia eólica, ou seja, energia gerada pelo vento.

O parque custará, ao todo, R$ 210 milhões. Juntos, o Banco Real e o BNDES entrarão com 65% dos custos. O resto será bancado pela empresa de geração de energia Enerbrasil. Quando pronto, o parque terá potencial de 49,3 MW, suficiente para iluminar uma cidade de aproximadamente 140 mil habitantes.

Não é a primeira vez que o Banco Real se envolve em ações como essa. O primeiro projeto de energia eólica parcialmente financiado pelo banco começou a ser construído em 2005, na cidade de Osório-RS. Quando concluído, esse parque terá um potencial de 150 MW de energia.

A atual capacidade eólica instalada no Brasil é de 20,3 MW, segundo o Centro Brasileiro de Energia Eólica. Isso sem contar as dezenas de pequenas turbinas eólicas espalhadas pelo país que são usados para aplicações diversas, tais como bombeamento, carregamento de baterias, telecomunicações e eletrificação rural.

Existem relativamente poucas medições precisas sobre o potencial de energia eólica brasileira. Alguns estados estão mais avançados nesse aspecto. Ceará e Pernambuco, por exemplo, desde o início da década de 90, têm programas de levantamento do potencial dos ventos para geração de energia.

A energia eólica, além de renovável, gera impactos ambientais muito menores do que as hidrelétricas, por exemplo. Pois, para instalá-la, é possível manter ao seu redor grande parte das áreas agricultáveis ou matas nativas da região.

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