Avião movido a energia solar prepara volta ao mundo a partir de Abu Dhabi

O avião é alimentado por mais de 17 mil células solares embutidas nas suas asas, que medem 72 metros

Foto: Solar Impulse 2, avião movido à energia solar/Divulgação

 

Comentário Akatu: Apesar de notícias promissoras, como a esta abaixo sobre o avião movido a energia solar, ainda será necessário longo tempo para que gradualmente se substituam as energias fósseis por renováveis. Para essa transição, e depois dela, é cada vez mais importante o papel do consumidor. Consumir energia de forma consciente é optar por fontes mais sustentáveis já existentes e demandar do mercado soluções de qualidade e em quantidade adequadas, além de utilizar o necessário para garantir bem-estar, sem desperdício. Apoiar o desenvolvimento de fontes renováveis de energia e à educação para o consumo consciente também são formas de contribuir para um futuro mais sustentável.

 

O avião movido a energia solar Solar Impulse 2 fez ontem (2/3) com sucesso o terceiro voo de teste, na preparação para uma volta ao mundo com o objetivo de promover o uso dessa energia.

Os organizadores do evento dizem que a volta ao mundo pode começar no sábado, mas que não podem ainda garantir a data, já que o início da viagem depende das condições atmosféricas, mesmo que o avião parta do Golfo, uma região tradicionalmente sem nuvens e com boa exposição solar.

O voo de ontem, que durou uma hora, foi o terceiro feito pelo avião, que partiu do pequeno aeroporto de Al Batten, em Abu Dhabi, mas o primeiro para o presidente executivo da empresa Solar Impulse, o suíço Bertrand Piccard.

O projeto é resultado de 13 anos de investigação dos pilotos Piccard e Andre Borschberg, cuja ideia foi inicialmente ridicularizada pela indústria da aviação.
O avião é alimentado por mais de 17 mil células solares embutidas nas suas asas, que medem 72 metros, quase tão grandes como as do Superjumbo Airbus A380.

O avião sairá de Abu Dhabi, pousará em Muscat, capital de Omã, seguirá viagem para Myanmar, China, Havai e Nova York, devendo ainda fazer aterrissagens no centro dos Estados Unidos, no Sul da Europa ou no Norte de África, dependendo das condições atmosféricas.

 

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