Caminhar em trechos curtos faz a diferença, sim!

Fazer trechos curtos a pé – como ir até a padaria, mercado ou farmácia perto de casa – é uma das mudanças de hábitos que podem fazer uma diferença positiva se praticado por muitas pessoas por um longo período.

 

Todas as atividades humanas emitem carbono. Mas, após a revolução industrial, a queima de combustíveis fósseis como petróleo e carvão aumentou as emissões de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera, o que vem intensificando o aquecimento global.

Existem algumas oportunidades para que cada um de nós faça uma contribuição para a redução das emissões ao pensar nos impactos de nossas escolhas cotidianas de consumo, seja a compra, o uso ou o descarte de produtos ou serviços. Basicamente, trata-se de concentrar nosso consumo em atividades que são realmente essenciais para o nosso bem-estar e diminuir a intensidade do consumo nas que não o são.

Evitar o uso do carro para fazer trechos curtos, fazendo isso a pé – como ir até a padaria, mercado ou farmácia perto de casa – é uma das mudanças de hábitos que podem fazer uma diferença positiva se praticado por muitas pessoas por um longo período. Essa atitude, além de reduzir a emissão de GEE, também pode contribuir para diminuir a poluição na cidade, ajudando assim no bem-estar de todos. Além disso, o ato de caminhar entra na cota diária de exercício físico além de permitir fugir do stress do trânsito.

Por exemplo, se você trocar o carro pela caminhada cinco vezes na semana, em um curto percurso (1,5 km no total de ida e volta), ao longo de uma vida*, será evitada a emissão de uma quantidade de gases de efeito estufa (GEE) equivalente àquela emitida na produção de energia elétrica para uma residência por 41 anos!

 

* considerando que uma pessoa começa a dirigir aos 18, e que a expectativa de vida média brasileira calculada pelo IBGE são 75,5 anos. Aqui portanto, o período considerado “a vida toda” é de 57,5 anos.

 

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