O verdadeiro impacto do café feito #comfiltro

Ao preparar todo o café consumido na cidade de São Paulo durante 1 ano, se usaria uma quantidade de filtros de papel que, se enfileirados, seriam suficientes para cobrir a distância de ida e volta entre São Paulo e Helsinki, capital da Finlândia, conectando, assim, as cidades que mais consomem café no Brasil e no mundo, respectivamente

A maior parte do nosso consumo gera resíduos, até mesmo um simples cafezinho, muito amado pelos brasileiros. Um dos tipos de preparo mais comuns dessa bebida exige o uso de filtros que, muitas vezes, são feitos de papel e também acabam se tornando um resíduo após seu uso.

Se todo o café feito na cidade de São Paulo fosse preparado dessa forma, e, ao final de um ano, enfileirássemos todos os filtros utilizados, teríamos uma “fila” capaz de cobrir a distância total de ida e volta entre São Paulo e a capital da Finlândia, Helsinki, conectando as cidades que mais consomem café no Brasil e no mundo, respectivamente.

E mais, a quantidade de dióxido de carbono equivalente (CO2eq) emitida durante a produção dessa quantidade de filtros de café é similar à emitida na geração da energia elétrica necessária para operar um milhão de cafeteiras elétricas simples (daqueles que esquentam a água e coam o café em um filtro) durante 10 minutos diários, ao longo de sete meses. Esses 10 minutos são tempo suficiente para operar uma cafeteira elétrica duas vezes ao dia* e, portanto, preparar cafés para uma família** no café da manhã e no café da tarde, por exemplo.

*Considerando que cada processo de preparo de café leva em torno de 5 minutos para ser finalizado.

** Supondo uma família de 4 pessoas.

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