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Eletromidia: Proteção da Camada de Ozônio

 

Dia Internacional de Proteção da Camada de Ozônio é celebrado em 16 de setembro e, para incentivar a sociedade civil a adotar práticas que contribuem com sua proteção, o Instituto Akatu em parceria com a Eletromidia preparou 14 dicas que foram veiculadas nos aparelhos televisivos dos vagões dos metrôs do Rio de Janeiro e de São Paulo (linhas 1, 2 e 3), CPTM e SuperVia durante o mês de setembro de 2019.

Essa iniciativa levou nossos conteúdos sobre consumo consciente, mostrando que pequenas ações diárias contribuem muito para proteger a camada de ozônio.

Camada de Ozônio

Presente na atmosfera da Terra, a camada de ozônio constitui um fino estrato do gás que protege animais, plantas e seres humanos do excesso de radiação solar e, sem ela, a vida no planeta seria inviável. Isso porque essa proteção absorve os raios ultravioleta (UV), particularmente os do tipo UVB, danosos à saúde humana e de ecossistemas (EPA-EUA).

Há evidências, porém, de que as ações antrópicas – isto é, causadas pelas atividades humanas – estão destruindo esse filtro natural. Na década de 1970, iniciaram-se estudos científicos a respeito da formação de “buracos” em sua superfície, ou seja, espaços onde a concentração de ozônio estava mais baixa, comprometendo sua capacidade de absorção parcial da radiação (NatGeo).

Diversas substâncias químicas contribuem com a destruição da camada ao reagirem com o ozônio. Compostos como os CFCs e HCFCs liberam elementos químicos que reagem com o ozônio, destruindo-o. Estima-se que um átomo de cloro, por exemplo, destrua mais de 100.000 moléculas de ozônio (EPA-EUA)! Essas substâncias agressivas ao ozônio são encontradas em sistemas de refrigeração, aerossóis, extintores de incêndio, estofados, componentes eletrônicos, medicamentos e até em plantas ornamentais (MMA).

O buraco formado na camada de ozônio possibilita a  maior incidência de raios solares, que passam a ser absorvidos pela superfície terrestre e sentidos por todos os seres vivos. Com relação aos animais, o aumento da radiação prejudica estágios iniciais do desenvolvimento de diversas formas de vida aquáticas e reduz a produtividade do fitoplâncton, base da cadeia alimentar. Aos humanos, o excesso de raios é associado a prejuízos ao sistema imunológico, ao desenvolvimento de câncer de pele, catarata e outras doenças oculares (MMA).

Reconhecendo os impactos negativos da destruição da camada de ozônio, desde 1985 os países vêm estabelecendo acordos para reduzir progressivamente o uso de substâncias reagentes ao ozônio, como o Protocolo de Montreal. Desde 1989, o Brasil é signatário desse Protocolo e vem implementando medidas para eliminar o uso de compostos como CFC, HCFC, Brometo de Metila, Halon, Tetracloreto de Carbono, os quais já foram banidos ou estão em processo de eliminação na indústria brasileira (MMA).

Porém, além das iniciativas de governos e da adesão da indústria, há grandes oportunidades em nossos comportamentos de consumo para contribuirmos com a redução das emissões de elementos nocivos à camada de ozônio, por meio de mudanças em nossas escolhas de compra, sejam de serviços ou de produtos.

Buraco da camada de ozônio cresceu 2 Amazônias!

Diminuir o buraco da camada de ozônio depende de todos
Destruição da camada de ozônio aumenta casos de câncer de pele e catarata
O buraco na camada de ozônio é prejudicial à saúde
Atente-se ao ar condicionado de seu carro
Vá de metro, trem, bike ou a pé!
Mobilize sua família e amigos
O buraco na camada de ozônio prejudica o desenvolvimento das plantas
A destruição da camada de ozônio prejudica a vida aquática
A camada de ozônio é como um filtro solar natural
Destine corretamente seu colchão antigo
Substitua sua geladeira antiga
Área do buraco da camada de ozônio = América do Norte
Verifique seu ar condicionado