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Ações de Parceiros / Responsabilidade Social Empresarial
13/05/2008

Grupo CDN no caminho da sustentabilidade

Empresa focada em serviços de comunicação para empresas lança programa para reduzir o uso de papel e o impacto ambiental de suas atividades

Patrocinador institucional do Akatu, o Grupo CDN iniciou, no final do ano passado, um programa denominado CDN Sustentável – Cada um faz a sua parte. O objetivo da iniciativa é buscar e implantar mecanismos que minimizem, ao máximo possível, os impactos causados pelas atividades da empresa.

O lançamento do projeto representou a concretização de uma preocupação antiga  por parte do Grupo CDN sobre as questões ligadas a redução de desperdícios e proteção ambiental, conforme informa Yara Peres, vice-presidente do Grupo: “antes de existir a palavra sustentabilidade já pensávamos que os recursos do planeta eram finitos”. E, completa, “a nossa mensagem sempre foi a de lidar com a empresa como tratamos da nossa própria casa”.

A primeira medida foi criar o Comitê de Sustentabilidade, coordenado pela jornalista Regina Pitoscia. O comitê tem a missão de, além de propor medidas que visem à redução dos custos e desperdícios, multiplicar as práticas do consumo consciente entre todos os 230 colaboradores da empresa espalhados por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Para isso foi criada uma intranet (site de acesso interno e correio eletrônico interno) e uma caixa de sugestões para que todos colaborem com idéias que contribuam para o projeto. Logo que foi lançado, o projeto teve uma excelente aceitação. “Em cinco minutos recebemos 20 emails com as mais diversas sugestões”, diz Regina entusiasmada com a adesão dos colaboradores.

O comitê tem analisado muitas sugestões, algumas delas que devem ser implantadas em breve, como a instalação de sensores de presença, também chamados de luzes inteligentes, além de torneiras com fechamento automático, recém implantadas.   

Tudo começou com o papel

Por se tratar de um grupo de comunicação, as primeiras medidas envolveram o uso do papel, largamente utilizado nesse ramo de atividade. Trocar folhas sulfite por papel reciclado; imprimir somente quando realmente necessário e de preferência usando os dois lados do papel foram iniciativas amplamente adotadas no cotidiano dos profissionais da CDN. Até mesmo as folhas usadas e que seriam descartadas ganharam vida nova ao serem transformadas em bloco de rascunhos.

Em seguida o uso de copinhos de plástico foi reduzido ao máximo. No lugar do plástico, os colaboradores estão usando canecas térmicas. O sucesso foi tão grande que a CDN realizou um vídeo com depoimentos sobre os muitos usos das canecas desde beber a água mais fresca até tomar sopa e outras bebidas quentes.

Também foi implantada a coleta seletiva que contempla materiais como plástico, papel, alumínio (latinhas principalmente) e pilhas. Todo esse material é entregue para a Cooperativa Viva Bem credenciada pela Prefeitura de São Paulo.

Resultados

A jornalista Regina Pitoscia informou que só com a redução no uso dos copos plásticos já foi feita uma economia média de 300 reais mensais desde janeiro deste ano. No entanto, ela acredita que seja no uso racional do papel que o Grupo CDN irá, em breve, contabilizar a maior economia. “Hoje nosso consumo é de 3.400 folhas por dia e nosso objetivo é reduzir esse gasto rapidamente”.

E quanto ao futuro do projeto? Quem responde é Yara Peres: “Em casa a gente aprende com nossas mães e avós a não desperdiçar água e comida, por exemplo; por que em nosso local de trabalho onde passamos tantas horas de nossas vidas deveria ser diferente?”.        

Uma história marcada pela inovação

O Grupo CDN começou em 1987, na forma de uma pequena empresa de assessoria de imprensa. A  recente redemocratização do País impunha ao mercado novos padrões de relacionamento com os veículos de comunicação e a sociedade. A então Companhia de Notícias apostou na criação de canais de comunicação entre clientes e jornalistas e criou condições para que esse diálogo se desse de forma transparente e positiva.

Nos anos 90, a CDN já era a principal agência brasileira na área de Relações com a Mídia e investiu na ampliação de seu leque de serviços para abranger outras necessidades de comunicação e relacionamento das empresas. Além do universo da mídia, a agência passou a desenvolver projetos para os diversos públicos estratégicos de seus clientes, inaugurando no País o conceito de agência de comunicação.

A história recente da CDN mostra a consolidação e o aprofundamento desse conceito, a começar pela aliança estratégica, firmada em 2002, com a Fleishman-Hillard, do grupo Omnicom, uma das maiores empresas de Public Relations do mundo.

Com a incorporação de novas atividades, como pesquisa, comunicação interativa, eventos e publicidade institucional, a CDN passou a oferecer um portfólio completo de soluções. A evolução dessas novas frentes resultou na criação do Grupo CDN, hoje composto por sete empresas: CDN Comunicação Corporativa, CDN Estudos & Pesquisa, CDN Eventos, CDN Incentiva, CDN Interativa, CDN Publicidade e CDN Vídeo.